Pelas contrações e dilatações do músculo cardíaco,o sangue é impulsado para as diferentes partes do corpo. O coraçãoé a "bomba" que mantém o sangue em circulação .
Dá-se o nome de sístole aos movimentos de dilatação do coração.
Durante a diástole as câmaras cardíacas se enchem de sangue ,e durante a sístoleo sangue é impulsado para o interior das artérias ,exercendo certa pressão arterial.A uma sístolr dos ventrículos segue-seuma diástole dos átrios.
A distensão das suas paredes provoca o fecho das válvulas bicúspide e tricúspide, que ligam as aurículas aos ventrículos. O sangue sai para as artérias aorta e pulmonar, fechando-se o ciclo cardíaco. Com o coração em repouso o ciclo cardíaco dura aproximadamente 0,85 segundos.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
História
A Revolução Inglesa do século XVII representou a primeira manifestação de crise do sistema da época moderna, identificado com o absolutismo. O poder monárquico, severamente limitado, cedeu a maior parte de suas prerrogativas ao Parlamento e instaurou-se o regime parlamentarista que permanece até hoje. O processo começou com a Revolução Puritana de 1640 e terminou com a Revolução Gloriosa de 1688. As duas fazem parte de um mesmo processo revolucionário, daí a denominação de Revolução Inglesa do século XVII e não Revoluções Inglesas.
Esse movimento revolucionário criou as condições indispensáveis para a Revolução Industrial do século XVIII, limpando terreno para o avanço do capitalismo. Deve ser considerada a primeira revolução burguesa da história da Europa.
A Revolução Inglesa
A Grande Rebelião, A Revolução Puritana e a Guerra Civil são três expressões consagradas historicamente, sempre que se pensa na Revolução Inglesa do século XVII. Se a elas juntarmos a República Cromwell e a Restauração, estamos indicando os componentes básicos e as etapas percorridas por esta revolução.
Esse movimento revolucionário criou as condições indispensáveis para a Revolução Industrial do século XVIII, limpando terreno para o avanço do capitalismo. Deve ser considerada a primeira revolução burguesa da história da Europa.
A Revolução Inglesa
A Grande Rebelião, A Revolução Puritana e a Guerra Civil são três expressões consagradas historicamente, sempre que se pensa na Revolução Inglesa do século XVII. Se a elas juntarmos a República Cromwell e a Restauração, estamos indicando os componentes básicos e as etapas percorridas por esta revolução.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
artes
O propósito deste texto não é aprofundar os estudos sobre a evolução do
conceito de soberania, mas, como frisado pela Professora Georgette Nacaratto Nazo, a
apresentação de um moderno conceito de soberania, nos moldes das recentes revoluções
sociais, econômicas e políticas deste final de século.
Em verdade, este texto deve funcionar como uma "prova" de final de semestre
para a cadeira de Teoria Geral do Direito Internacional, do Curso de Pós-graduação da
Faculdade de direito da Universidade de São Paulo, embora, com a devida vênia,
recuse-me a imprimir-lhe este caráter de simples avaliação, o que também acredito, não
seja a intenção de nossos mestres.
Assim, para elaboração deste trabalho foi desenvolvida extensa leitura dos
principais autores que descortinaram o tema da "soberania", enfocado ora sob ponto de
vista político, ora sob o ponto de vista estritamente jurídico-estatal, próprio dos
tratadistas do Direito do Estado.
Nossas pesquisas iniciaram-se com autores nacionais, mais precisamente entre
os constitucionalistas (CRETELLA JÚNIOR e MANUEL GONÇALVES FERREIRA
FILHO), passando aos teóricos do Estado (DALMO DE ABREU DALLARI, MIGUEL
REALI, MACHADO PAUPÉRIO).
No âmbito internacional, não faltaram leituras a
HENRY BURMESTER, HEBER ARBUET, HAROLD J. LASKI e GEORG
JELLINEK, citando JEAN BODIN, HOBBES, ROSSEAU e GEORGES BURDEAU,
entre outros autores não menos importantes.
O tema é fascinante e faz despertar, entre uma e outra corrente, o espírito
investigativo e o aprofundamento nas leituras e nos estudos. Verificamos que ao mesmo
tempo em que o Prof. DALLARI discute a própria sobrevivência do Estado, há quem
defenda, com grande propriedade teórica, posições antagônicas fundadas em ROSSEAU
e no Chief Justice MARSHALL.
Neste espírito de "prova", surge a oportunidade para apresentarmos opiniões
pessoais sobre o tema, imprimindo ao texto uma forma mais livre para embasar e
fundamentar cada uma das conclusões. Pode-se afirmar, neste contexto, que a proposta
deste trabalho é justificar a assertiva epigrafada de que soberania, modernamente num
contexto jurídico-internacional, pode ser traduzida como jurisdição e competência.
conceito de soberania, mas, como frisado pela Professora Georgette Nacaratto Nazo, a
apresentação de um moderno conceito de soberania, nos moldes das recentes revoluções
sociais, econômicas e políticas deste final de século.
Em verdade, este texto deve funcionar como uma "prova" de final de semestre
para a cadeira de Teoria Geral do Direito Internacional, do Curso de Pós-graduação da
Faculdade de direito da Universidade de São Paulo, embora, com a devida vênia,
recuse-me a imprimir-lhe este caráter de simples avaliação, o que também acredito, não
seja a intenção de nossos mestres.
Assim, para elaboração deste trabalho foi desenvolvida extensa leitura dos
principais autores que descortinaram o tema da "soberania", enfocado ora sob ponto de
vista político, ora sob o ponto de vista estritamente jurídico-estatal, próprio dos
tratadistas do Direito do Estado.
Nossas pesquisas iniciaram-se com autores nacionais, mais precisamente entre
os constitucionalistas (CRETELLA JÚNIOR e MANUEL GONÇALVES FERREIRA
FILHO), passando aos teóricos do Estado (DALMO DE ABREU DALLARI, MIGUEL
REALI, MACHADO PAUPÉRIO).
No âmbito internacional, não faltaram leituras a
HENRY BURMESTER, HEBER ARBUET, HAROLD J. LASKI e GEORG
JELLINEK, citando JEAN BODIN, HOBBES, ROSSEAU e GEORGES BURDEAU,
entre outros autores não menos importantes.
O tema é fascinante e faz despertar, entre uma e outra corrente, o espírito
investigativo e o aprofundamento nas leituras e nos estudos. Verificamos que ao mesmo
tempo em que o Prof. DALLARI discute a própria sobrevivência do Estado, há quem
defenda, com grande propriedade teórica, posições antagônicas fundadas em ROSSEAU
e no Chief Justice MARSHALL.
Neste espírito de "prova", surge a oportunidade para apresentarmos opiniões
pessoais sobre o tema, imprimindo ao texto uma forma mais livre para embasar e
fundamentar cada uma das conclusões. Pode-se afirmar, neste contexto, que a proposta
deste trabalho é justificar a assertiva epigrafada de que soberania, modernamente num
contexto jurídico-internacional, pode ser traduzida como jurisdição e competência.
ciências/respiração
Toda a aitividae desenvolvida pelo nosso organismo depende da obtenção de energia a partir dos alimetos .Isso é conseguido,continuamente,pela respiração,que consiste em reações de combustão no interior das células ,com a participação do gás oxigênio.
A respiração é um processo fisiológico pelo qual os organismos vivos inalam oxigênio do meio circulante e soltam dióxido de carbono. A respiração (ou troca de substâncias gasosas - O2 e CO2 ), entre o ar e a corrente sanguínea, é feita pelo aparelho respiratório que compreende: nariz, cavidade nasal dividida em duas fossas nasais, faringe, laringe, traquéia, brônquios e pulmões com bronquíolos e alvéolos. Nos alvéolos pulmonares, o oxigênio (O2) passa para o sangue (glóbulos vermelhos), enquanto o gás carbônico (CO2) o abandona. Este intercâmbio de gases ocorre obedecendo às leis físicas da difusão.
Tórax
Os pulmões se localizam no interior do tórax. As costelas, que formam a caixa torácica, inclinam-se para a frente pela ação do músculo intercostal, provocando um aumento do volume da cavidade torácica.
O volume do tórax também aumenta pela contração para baixo dos músculos do diafragma. Quando o tórax se expande, os pulmões começam a encher-se de ar durante a inspiração. O relaxamento dos músculos do tórax permite que estes voltem ao seu estado natural, forçando o ar a sair dos pulmões. Os principais centros nervosos que controlam o ritmo e a intensidade da respiração estão no bulbo raquiano e na protuberância ou ponte.
A respiração é um processo fisiológico pelo qual os organismos vivos inalam oxigênio do meio circulante e soltam dióxido de carbono. A respiração (ou troca de substâncias gasosas - O2 e CO2 ), entre o ar e a corrente sanguínea, é feita pelo aparelho respiratório que compreende: nariz, cavidade nasal dividida em duas fossas nasais, faringe, laringe, traquéia, brônquios e pulmões com bronquíolos e alvéolos. Nos alvéolos pulmonares, o oxigênio (O2) passa para o sangue (glóbulos vermelhos), enquanto o gás carbônico (CO2) o abandona. Este intercâmbio de gases ocorre obedecendo às leis físicas da difusão.
Tórax
Os pulmões se localizam no interior do tórax. As costelas, que formam a caixa torácica, inclinam-se para a frente pela ação do músculo intercostal, provocando um aumento do volume da cavidade torácica.
O volume do tórax também aumenta pela contração para baixo dos músculos do diafragma. Quando o tórax se expande, os pulmões começam a encher-se de ar durante a inspiração. O relaxamento dos músculos do tórax permite que estes voltem ao seu estado natural, forçando o ar a sair dos pulmões. Os principais centros nervosos que controlam o ritmo e a intensidade da respiração estão no bulbo raquiano e na protuberância ou ponte.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
feira ciências/poluicão no ar na terra e no mar
A partir de meados do século XVIII, com a Revolução Industrial, aumentou muito a poluição do ar. A queima do carvão mineral despejava na atmosfera das cidades industriais européias, toneladas de poluentes. A partir deste momento, o ser humano teve que conviver com o ar poluído e com todas os prejuízos advindos deste "progresso". Atualmente, quase todas as grandes cidades do mundo sofrem os efeitos daninhos da poluição do ar. Cidades como São Paulo, Tóquio, Nova Iorque e Cidade do México estão na lista das mais poluídas do mundo.
A poluição gerada nas cidades de hoje são resultado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis como, por exemplo, carvão mineral e derivados do petróleo ( gasolina e diesel ). A queima destes produtos tem lançado uma grande quantidade de monóxido de carbono e dióxido de carbono (gás carbônico) na atmosfera. Estes dois combustíveis são responsáveis pela geração de energia que alimenta os setores industrial, elétrico e de transportes de grande parte das economias do mundo. Por isso, deixá-los de lado atualmente é extremamente difícil.
integrantes do grupo : Aila,Tulio,Vinicius.
A poluição gerada nas cidades de hoje são resultado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis como, por exemplo, carvão mineral e derivados do petróleo ( gasolina e diesel ). A queima destes produtos tem lançado uma grande quantidade de monóxido de carbono e dióxido de carbono (gás carbônico) na atmosfera. Estes dois combustíveis são responsáveis pela geração de energia que alimenta os setores industrial, elétrico e de transportes de grande parte das economias do mundo. Por isso, deixá-los de lado atualmente é extremamente difícil.
integrantes do grupo : Aila,Tulio,Vinicius.
oracão coordenadas assindética
Orações e suas respectivas classificações são um trauma que a maioria de nós adquiriu na escola.
Coordenadas sindéticas aditivas, adversativas, substantivas subjetivas, relativas e uma infinidade de outros nomes que, para um aluno, são conceitos abstratos e sem utilidade nenhuma.
Na escola, deve-se aprender a usar a língua, não sobre a sua estrutura. Por isso, vamos começar de outro jeito, olhando para as frases abaixo:
Joãozinho saiu logo, estava atrasado.
Meu pai foi trabalhar. Chovia pela manhã.
Não fomos ao casamento; mandamos um presente
Coordenadas sindéticas aditivas, adversativas, substantivas subjetivas, relativas e uma infinidade de outros nomes que, para um aluno, são conceitos abstratos e sem utilidade nenhuma.
Na escola, deve-se aprender a usar a língua, não sobre a sua estrutura. Por isso, vamos começar de outro jeito, olhando para as frases abaixo:
Joãozinho saiu logo, estava atrasado.
Meu pai foi trabalhar. Chovia pela manhã.
Não fomos ao casamento; mandamos um presente
Elizabeth I (1533-1603), rainha da Inglaterra e da Irlanda (1558-1603), filha de Henrique VIII e de Ana Bolena. Última representante da dinastia Tudor a ocupar o trono da Inglaterra.Em 1558, com a morte de sua meia-irmã Maria I, a Católica, também conhecida como Maria Tudor, Elizabeth tornou-se rainha. Na ocasião, a Inglaterra estava dividida pelo conflito religioso, economicamente instável e em guerra com a França.
Elizabeth I cercou-se de hábeis conselheiros, entre os quais destacaram-se sir Francis Walsingham e William Cecil, barão de Burghley.O primeiro problema enfrentado por Elizabeth I foi de natureza religiosa. Converteu-se ao protestantismo, imediatamente após a morte de Maria I, que havia restaurado o catolicismo e se casado com Felipe II da Espanha. O seu primeiro Parlamento (1559), de maioria protestante, aprovou a legislação religiosa que mais tarde se converteria na base doutrinária da igreja anglicana da Inglaterra. Durante todo o seu governo, católicos e puritanos foram perseguidos.Resolvida a questão religiosa e terminada a guerra com a França (Tratado de Cateau-Cambrésis) (1559), a Inglaterra iniciou seu desenvolvimento econômico e industrial.
Sob o reinado de Elizabeth I, teve início a regulamentação do comércio e da industria nacional. Graças ao empenho de marinheiros como sir Francis Drake e sir Martin Frobisher, a Inglaterra destacou-se como potência marítima.Em 1560, um novo sistema monetário começou a ser utilizado e o comércio passou a desenvolver-se segundo critérios capitalistas.O principal problema político de Elizabeth I foi sua prima Maria Stuart da Escócia. Possuía educação francesa e católica e era considerada uma ameaça tanto para a Escócia protestante como para a Inglaterra, cujo trono ambicionava. Em 1568, ao solicitar refúgio à Inglaterra, em conseqüência de sérios problemas com a nobreza da Escócia, Maria Stuart teve sua prisão ordenada por Elizabeth I, que a manteve no cárcere por 18 anos.
Em 1586, a descoberta, por Walsinghan, de um complô para assassinar a rainha e entronizar Maria Stuart, levou Elizabeth I a ordenar a decapitação da prima. Sua morte proporcionou a Felipe II da Espanha mais um motivo para continuar a guerra com Inglaterra, iniciada em 1585, e a enviar a Invencível Armada.No final do reinado, grandes gastos e abuso do poder contribuíram para o declínio da popularidade de Elizabeth I.
Além disso, seus últimos ministros não eram hábeis como Burghley e Walsingham.Paralelamente aos triunfos políticos, a era Elizabetana foi notável culturalmente, representando um dos melhores períodos da literatura inglesa. Edmundo Spenser, Christopher Marlowe e William Shakespeare são expressões da época.
Elizabeth I cercou-se de hábeis conselheiros, entre os quais destacaram-se sir Francis Walsingham e William Cecil, barão de Burghley.O primeiro problema enfrentado por Elizabeth I foi de natureza religiosa. Converteu-se ao protestantismo, imediatamente após a morte de Maria I, que havia restaurado o catolicismo e se casado com Felipe II da Espanha. O seu primeiro Parlamento (1559), de maioria protestante, aprovou a legislação religiosa que mais tarde se converteria na base doutrinária da igreja anglicana da Inglaterra. Durante todo o seu governo, católicos e puritanos foram perseguidos.Resolvida a questão religiosa e terminada a guerra com a França (Tratado de Cateau-Cambrésis) (1559), a Inglaterra iniciou seu desenvolvimento econômico e industrial.
Sob o reinado de Elizabeth I, teve início a regulamentação do comércio e da industria nacional. Graças ao empenho de marinheiros como sir Francis Drake e sir Martin Frobisher, a Inglaterra destacou-se como potência marítima.Em 1560, um novo sistema monetário começou a ser utilizado e o comércio passou a desenvolver-se segundo critérios capitalistas.O principal problema político de Elizabeth I foi sua prima Maria Stuart da Escócia. Possuía educação francesa e católica e era considerada uma ameaça tanto para a Escócia protestante como para a Inglaterra, cujo trono ambicionava. Em 1568, ao solicitar refúgio à Inglaterra, em conseqüência de sérios problemas com a nobreza da Escócia, Maria Stuart teve sua prisão ordenada por Elizabeth I, que a manteve no cárcere por 18 anos.
Em 1586, a descoberta, por Walsinghan, de um complô para assassinar a rainha e entronizar Maria Stuart, levou Elizabeth I a ordenar a decapitação da prima. Sua morte proporcionou a Felipe II da Espanha mais um motivo para continuar a guerra com Inglaterra, iniciada em 1585, e a enviar a Invencível Armada.No final do reinado, grandes gastos e abuso do poder contribuíram para o declínio da popularidade de Elizabeth I.
Além disso, seus últimos ministros não eram hábeis como Burghley e Walsingham.Paralelamente aos triunfos políticos, a era Elizabetana foi notável culturalmente, representando um dos melhores períodos da literatura inglesa. Edmundo Spenser, Christopher Marlowe e William Shakespeare são expressões da época.
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